Pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) usam inteligência artificial para identificar as regiões do Brasil mais afetadas por extremos climáticos e propor ações para reduzir a vulnerabilidade climática.
Levantamento da CNM mostra que 95% das cidades foram afetadas por eventos como inundações e secas entre 2013 e 2024, evidenciando a urgência de fortalecer a gestão municipal de riscos e desastres.
Dados do MapBiomas Atmosfera indicam que o Pantanal registrou aumento médio de 1,9 °C e a Amazônia, de 1,2 °C, nos últimos 40 anos, com o aquecimento continental mais acelerado.
Ministros europeus aprovaram um compromisso de redução de 90% nas emissões até 2040, mas incluíram flexibilidades que podem diminuir a ambição da meta doméstica.
Iniciativa propõe mobilização nas redes sociais para ampliar a conscientização sobre o papel das Unidades de Conservação no enfrentamento da crise do clima.
Relatório de cientistas na revista The Lancet aponta que o calor já mata 546 mil pessoas anualmente e que as mudanças climáticas colocam em risco a vida de 8 bilhões de habitantes no mundo.
Campanha global Adapt2Win, com participação da jogadora Tamires, Bia Haddad Maia e Raheem Sterling, cobra investimento em adaptação climática na cúpula de Belém.
Secretário-geral da ONU reconheceu o fracasso em conter o aquecimento global, antes da COP30. António Guterres cobra urgência para evitar pontos de inflexão, como a savanização da Amazônia.
O secretário-geral António Guterres afirma que o mundo não conseguirá evitar o aquecimento global acima de 1,5 grau nos próximos anos, mas um “pacote muito sério de medidas” pode reverter o quadro.
Em evento no Rio de Janeiro, debatedores destacam a exclusão de populações vulneráveis, como os 8,1% de brasileiros que vivem em favelas, das discussões sobre o clima, essenciais para a COP30 em Belém.
Projeção para a América Latina indica que mortes por calor podem subir para 2,06% do total em 20 anos, exigindo políticas de adaptação climática urgentes.