O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, informou o adiamento de 30 dias na análise que definirá a validade do vínculo de emprego entre motoristas e empresas de aplicativos, como Uber e Rappi, para que os magistrados possam examinar melhor a medida.
A Corte Suprema começou a analisar a controvérsia da “uberização” do trabalho; a decisão final terá impacto em cerca de 10 mil processos parados em todo o país.
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