A proposta, que permite a votação direta no Plenário, visa tornar crime hediondo a adulteração de bebidas ou alimentos com ingredientes que causem risco à vida ou grave ameaça à saúde, após casos recentes de intoxicação por metanol.
O Sindi Clubes orientou seus associados a suspenderem a comercialização de bebidas destiladas em suas dependências como medida de responsabilidade e prevenção, citando casos de intoxicação e mortes por consumo de produtos adulterados.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a notificação urgente de casos suspeitos de metanol para reforçar a vigilância e auxiliar a investigação da Polícia Federal, que apura a adulteração de bebidas tóxicas em São Paulo.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) cobrou reforço na fiscalização após intoxicações por metanol em São Paulo, que causaram mortes, e orienta a população sobre como identificar bebidas alcoólicas seguras.
O governo de São Paulo registrou cinco óbitos em sete casos de intoxicação por metanol, intensificando a investigação para rastrear a origem da bebida alcoólica adulterada e alertando a população sobre os graves sintomas, como dores abdominais e confusão mental.
A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a adulteração de bebidas em São Paulo, investigando se o metanol tem conexão com a distribuição interestadual e o crime organizado.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, detalhou os principais sintomas da intoxicação por metanol, como dor em cólica e alterações na visão, que podem aparecer até 24 horas após o consumo de bebida adulterada em São Paulo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, instalou um gabinete de crise para investigar casos de metanol em bebidas e refutou especulações de envolvimento do PCC no problema que classificou como “estrutural”.
Uma força-tarefa em São Paulo apreendeu 117 garrafas de bebidas sem rótulo e sem comprovação de origem, em uma ação que visa combater a comercialização de produtos suspeitos de estarem adulterados com metanol.
A Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) suspeita que o metanol importado irregularmente pelo PCC para adulterar combustíveis esteja sendo desviado para destilarias clandestinas, após o fechamento de distribuidoras, resultando em pelo menos duas mortes e dez casos de intoxicação por bebidas adulteradas em São Paulo.
Intoxicação por metanol em São Paulo acende alerta das associações Abrabe e ABNO, que alertam para o risco de cegueira irreversível e pedem medidas urgentes.
Uma megaoperação contra o PCC revelou que postos de gasolina adulteravam combustíveis com até 90% de metanol, substância tóxica e inflamável, em uma fraude que movimenta bilhões e impacta cerca de 30% dos estabelecimentos em São Paulo.
Ataques recentes em postos de gasolina revelaram a adulteração de combustíveis com metanol. A substância, mesmo em pouca quantidade, é corrosiva, tóxica e pode danificar permanentemente o motor de veículos.