Setor encerrou o último ano com desempenho histórico e projeta avanço sustentado pela mudança no comportamento do consumidor brasileiro e busca por planejamento.
O Ibovespa registrou a maior alta diária desde 2023 impulsionado pelo recuo de Donald Trump em tarifas globais e pelo forte ingresso de capital estrangeiro no país.
O índice Ibovespa alcançou marca histórica nesta terça-feira impulsionado pela migração de capital estrangeiro, enquanto o dólar subiu para 5,38 reais devido ao agravamento da crise entre Estados Unidos e Europa.
A bolsa brasileira encerrou esta quinta-feira perto dos 166 mil pontos, acompanhando a queda do dólar, que recuou para R$ 5,36 após declarações de Donald Trump.
Após dados mostrarem criação de apenas 50 mil empregos em dezembro nos EUA, dólar recua e bolsa brasileira fecha acima de 163 mil pontos, impulsionada por fatores internos e externos.
Mercado financeiro reage positivamente à redução de tensões geopolíticas com a Venezuela; dólar registra quarta queda seguida e Ibovespa alcança maior nível em mais de um mês.
O Ibovespa superou os 162 mil pontos com a notícia da contração econômica brasileira, que pode antecipar a queda de juros; o dólar sobe a R$ 5,42 devido a remessas de empresas.
Em dia de recuperação no mercado financeiro, a bolsa sobe 0,99% e reverte queda da semana anterior, fechando aos 160.766 pontos; o dólar avança para R$ 5,41, mas encerra a semana em queda.
A moeda americana teve queda de 1,17% e o dólar cai para R$ 5,40, impulsionado pela manutenção da Taxa Selic em 15% pelo Copom e pela diferença de juros entre Brasil e Estados Unidos.
Moeda americana fecha em R$ 5,421 com queda de 0,22% em Brasília, enquanto a Bolsa de Valores (B3) registra alta de 0,52% e retoma a marca de 158 mil pontos, impactada por cenário político.