Cerimônia nesta segunda-feira em Brasília reúne Lula e presidentes do Congresso em meio a questionamentos sobre investigações envolvendo o Banco Master.
O ministro Flávio Dino marcou três sessões para fevereiro de 2026 para analisar o assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, com a primeira sessão iniciando em 24 de fevereiro.
Emocionada, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, destacou a importância da Marcha das Mulheres Negras como um sinônimo de luta coletiva e honra à memória de ativistas, pedindo que suas demandas por segurança, educação e saúde sejam escutadas.
O diretor-geral Andrei Rodrigues afirmou que a exigência de autorização estadual para investigações, proposta no PL Antifacção, afetaria o combate ao crime e inviabilizaria apurações complexas como a de Marielle Franco.
A ativista brasileira Marielle Franco é a primeira cidadã do Brasil a ser condecorada com a mais alta distinção da Universidade de Harvard em Estudos Africanos e Afro-Americanos. A cerimônia acontece nesta terça-feira.
Família e ativistas exigem a responsabilização completa pela morte de Marielle Franco, enquanto ação penal contra os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa segue sem data de conclusão.
O julgamento que pode autorizar em investigações criminais a quebra de sigilo de usuários que pesquisaram palavras-chave na internet foi interrompido por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.
O ministro Flávio Dino, do STF, negou pedido da defesa e manteve a cassação do mandato do ex-deputado federal Chiquinho Brazão, réu pelo assassinato de Marielle Franco.
Instituto Marielle Franco divulga estudo inédito que aponta a dimensão e a gravidade dos ataques sofridos por ativistas e políticas no ambiente online.