Centenas de mulheres afro latino-americanas e afro-caribenhas se juntaram às brasileiras na 2ª Marcha das Mulheres Negras, em Brasília, para exigir reparação, bem-viver e respeito, destacando que a opressão racial e de gênero é uma realidade que violenta toda a diáspora.
O movimento negro cobra o reconhecimento do legado da escravidão e propõe, por meio de seu Manifesto Econômico, medidas como a criação de um fundo, redução da taxa de juros e taxação de grandes fortunas, visando reverter a situação de pobreza que afeta cerca de 60 milhões de mulheres negras no país.
Emocionada, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, destacou a importância da Marcha das Mulheres Negras como um sinônimo de luta coletiva e honra à memória de ativistas, pedindo que suas demandas por segurança, educação e saúde sejam escutadas.
Com o tema “Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver”, o evento histórico reforça a importância da participação de todos na luta contra o racismo e a desigualdade.
Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar serviços e garantir confiabilidade. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de cookie.