O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, permitiu que o militar condenado por envolvimento em trama golpista utilize a leitura e o estudo para diminuir seu tempo de permanência na prisão.
Advogado afirmou no STF que o coronel do Exército, ex-assessor de Bolsonaro, tinha apenas funções administrativas e baseava informações em fontes abertas, sem atuar como espião.
O coronel Marcelo Câmara, preso preventivamente, teve a solicitação de viajar a Maceió para o evento negada pelo ministro do STF, que citou o descumprimento de cautelares.
Defesa de Marcelo Câmara e Filipe Martins é destituída pelo ministro do STF por “manobra procrastinatória” e falta de alegações finais dentro do prazo.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, decidiu que Marcelo Câmara, réu na trama golpista, deve continuar preso por ter descumprido medidas cautelares e tentado obstruir as investigações.
O ex-assessor de Jair Bolsonaro, coronel Marcelo Câmara, afirmou ao STF que informações sobre a agenda do ministro Alexandre de Moraes visavam “ajuste de agendas” e “aproximação”, e negou envolvimento em planos de assassinato.
Depoimentos em ação penal que investiga o Núcleo 2 do plano para manter Bolsonaro no poder têm pouca presença de testemunhas de defesa.
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