A estatal brasileira registrou um crescimento de 198,9% em seu lucro anual, impulsionado pela expansão da produção no pré-sal e pela forte geração de caixa.
A instituição fechou o ano de 2025 com redução de 45,4% no resultado líquido, impactada pela inadimplência recorde no agronegócio e novas regras contábeis.
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