Medida em análise pelo Ministério do Meio Ambiente busca reduzir impactos do novo marco legal, preservar exigências ambientais e definir regras de transição para processos em andamento.
Projeto PROAQUA Conect, apresentado pela doutora Jucilene Braitenbach, visa modernizar o suporte técnico e garantir a regularização ambiental em Porto Velho.
Normas definem prazos, critérios de transparência e validade dos processos de licenciamento ambiental no município, com exigência de aviso público em até dez dias úteis.
Lei Geral do Licenciamento Ambiental (15.190/2025) começa a valer e enfrenta três Ações Diretas de Inconstitucionalidade que questionam flexibilizações e riscos a direitos indígenas e ambientais
Relatório anual da SEMA Porto Velho aponta reorganização administrativa, licenciamento 100% digital, fortalecimento da fiscalização, investimentos em bem-estar animal e resposta efetiva à crise climática no município.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que a derrubada de 56 vetos presidenciais à Lei Geral do Licenciamento Ambiental representa uma perda para o Brasil, pois contradiz os compromissos ambientais assumidos pelo país na COP30, afetando biomas, segurança alimentar e povos tradicionais.
Organizações não governamentais alertam para o risco de colapso de ecossistemas e desrespeito a povos tradicionais após a derrubada de 56 vetos presidenciais ao PL do Licenciamento Ambiental, criticado como “PL da Devastação”.
A Funai alerta que a derrubada de 56 vetos presidenciais à Lei Geral do Licenciamento Ambiental desprotege mais de 40% dos territórios indígenas do país, impedindo a participação do órgão em áreas que ainda não foram homologadas.
O Congresso Nacional derrubou 56 dos 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da Devastação, que flexibiliza as regras para o licenciamento ambiental. A decisão retoma dispositivos como o autolicenciamento (LAC) e transfere a definição de parâmetros ambientais para estados, gerando críticas de retrocesso ambiental.
O Planalto divulgou nota oficial antes da votação no Congresso Nacional para defender a manutenção dos vetos à Lei nº 15.190/2025, citando desastres como Mariana e Brumadinho e o compromisso do Brasil na COP30 como razões para evitar o enfraquecimento das normas de proteção ambiental.
Ambientalistas classificam a votação desta quinta-feira (27) no Congresso Nacional como um risco de “retrocesso ambiental” que pode retomar o autolicenciamento amplo e a execução de grandes obras sem estudos prévios, contrariando o discurso do Brasil na COP30.