O Unicef alerta que a trégua assinada em outubro não interrompeu as mortes de menores, enquanto uma nova lei israelense retira a licença de atuação de dezenas de ONGs.
Itens como seringas, mamadeiras e geladeiras para vacinas estão retidos por Israel, que os classifica como de “uso duplo”, enquanto o Unicef tenta vacinar 40 mil crianças.
O cessar-fogo na Faixa de Gaza completou um mês com o assassinato de 271 palestinos, segundo o Hamas. O grupo também denuncia que apenas 40% da ajuda humanitária prevista no acordo internacional conseguiu entrar na região.
O Exército israelense retomou a aplicação do cessar-fogo em Gaza nesta quarta-feira, depois de uma onda de bombardeios que atingiu dezenas de alvos e deixou pelo menos 91 palestinos mortos.
O vice-presidente norte-americano, JD Vance, disse em Tel Aviv que o presidente Donald Trump se opõe à anexação da Cisjordânia, alertando que a medida colocaria em risco o plano de cessar-fogo em Gaza.
Governo israelense decide restabelecer o fluxo de caminhões de ajuda após série de ataques lançados pelo Exército contra o Hamas, que foi acusado de violar o cessar-fogo.
3ª Vice-Presidente do Parla-Grupo de Amizade Entre Brasil e Israel destaca a importância da fé, do diálogo e da cooperação internacional diante dos novos desdobramentos do conflito entre Israel e o Hamas.
Fisesp celebra libertação de reféns, enquanto Fepal destaca que cessar-fogo deve ser garantido por força de paz internacional para evitar a continuidade da ocupação.
Presidente brasileiro classificou o cessar-fogo entre Israel e Hamas como um “passo importante” e disse que as relações do Brasil com Israel serão normalizadas após a saída de Netanyahu.
O Hamas entregou 20 reféns a Israel sob acordo de cessar-fogo mediado pelos EUA, enquanto Donald Trump proclama o fim da guerra e lideranças globais se reúnem no Egito para discutir o futuro.
Libertação de reféns israelenses será em 72 horas após o início da trégua; negociação é resultado da iniciativa de paz do presidente dos EUA, Donald Trump.
Khalil Al-Hayya diz ter recebido garantias dos EUA e mediadores; acordo prevê cessar-fogo permanente, retirada de Israel, libertação de reféns e prisioneiros palestinos.
Presidente dos EUA espera cerimônia de assinatura do acordo no Egito; Hamas afirma ter garantias de fim permanente da guerra e libertação de 20 reféns vivos.