Inflação oficial subiu 0,33% em dezembro, puxada por transportes e saúde, e encerrou o ano dentro do limite estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional.
A estimativa do mercado financeiro para o IPCA foi reduzida pela quinta semana consecutiva para 4,36% em 2025, ficando dentro do limite da meta de inflação; a projeção para o PIB se mantém em 2,25%.
Taxa Selic permanece no maior nível desde 2006, após decisão unânime do Copom; Banco Central adota cautela e evita dar pistas sobre o início do corte de juros no Brasil.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulou 4,18% em 12 meses até novembro de 2025, indicando que o salário mínimo de 2026 pode ser reajustado para R$ 1.621.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,46% em 12 meses, voltando ao limite superior da meta de inflação estabelecida pelo governo federal.
Projeção para o crescimento da economia brasileira subiu no Boletim Focus, enquanto a estimativa para o IPCA foi reduzida pela quarta semana consecutiva, ficando dentro do limite da meta do Banco Central.
A nova estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) coloca a inflação dentro do teto da meta (4,5%) estabelecida pelo Banco Central; a projeção de crescimento do PIB para o ano segue em 2,16%.
O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) indica que os juros altos e o desempenho fraco no terceiro trimestre impactaram a previsão do Produto Interno Bruto (PIB), que cai de 2,3%; a estimativa para a inflação oficial (IPCA) recua de 4,8% para 4,6%.
A estimativa para o IPCA deste ano caiu levemente, mas segue acima do teto da meta. A projeção para o PIB se manteve em 2,16%. O Copom se reúne nesta semana para reavaliar a taxa Selic.
O mercado financeiro reduziu ligeiramente a estimativa para o IPCA, a inflação oficial do país, para 4,70% neste ano, conforme o Boletim Focus, enquanto a projeção para o PIB passou a ser de 2,17%.
Alimentos e bebidas registraram deflação de -0,26% em setembro, segundo o IBGE; queda nos preços de itens como tomate, cebola e batata puxam o resultado.
Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou a exuberância do mercado, mas citou que a inflação segue acima da meta até 2028 nas expectativas do mercado.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) projetado pelo Boletim Focus tem nova queda na expectativa do mercado, que mantém estável a previsão de crescimento do PIB, em 2,16%, e estima o dólar a R$ 5,45.
Com a valorização do real e a safra recorde no país, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reduziu a estimativa para o IPCA de 5,2% para 4,8%, sinalizando maior moderação no ambiente inflacionário.
O mercado financeiro revisou para baixo a estimativa do IPCA deste ano e projeta crescimento do PIB em 2,16%; taxa Selic deve ser mantida em 15% até o final de 2025.