Em meio às dores invisíveis, à desigualdade e ao abandono social, o povo ribeirinho segue firme, resistindo com dignidade, fé e esperança, transformando sofrimento em força e coragem para continuar existindo.
Estigmas e violações silenciam vozes ribeirinhas na Amazônia; modos de vida beiradeiros e saberes ancestrais exigem proteção e políticas públicas.
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