Estimativas do boletim Focus indicam inflação dentro da meta do Banco Central e crescimento econômico moderado, com PIB projetado em 1,8% nos próximos anos.
Banco Central aponta que os saques superaram os depósitos, enquanto rendimentos creditados somaram 6,4 bilhões, mantendo impacto sobre o saldo total da caderneta.
O Comitê de Política Monetária decide nesta quarta-feira se mantém os juros básicos no maior patamar em duas décadas, em meio a um cenário de inflação persistente no setor de serviços.
A queda no custo da energia elétrica e das passagens aéreas ajudou a frear o índice; no acumulado de 12 meses, o IPCA-15 atinge o limite máximo da meta de 4,5%.
Inflação oficial subiu 0,33% em dezembro, puxada por transportes e saúde, e encerrou o ano dentro do limite estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional.
A estimativa do mercado financeiro para o IPCA foi reduzida pela quinta semana consecutiva para 4,36% em 2025, ficando dentro do limite da meta de inflação; a projeção para o PIB se mantém em 2,25%.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,2% em outubro, na comparação com o mês anterior, mas acumula alta de 2,5% em 12 meses, moderando o crescimento interno.
Taxa Selic permanece no maior nível desde 2006, após decisão unânime do Copom; Banco Central adota cautela e evita dar pistas sobre o início do corte de juros no Brasil.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,46% em 12 meses, voltando ao limite superior da meta de inflação estabelecida pelo governo federal.
Analistas de mercado preveem a manutenção da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, devido à pressão de preços como energia e alimentos.