Relatório aponta que unidades estaduais e terras indígenas sofrem maior pressão interna de devastação, enquanto áreas federais registram alta ameaça no entorno.
O estudo do instituto de pesquisa mapeou que 42 mil dos 68 mil hectares de exploração madeireira no Amazonas não tinham autorização ambiental, um aumento de 9% na área ilegal em comparação com o levantamento anterior.
Após queda nas ocorrências no início do ano, território no Pará voltou a registrar maior pressão do desmatamento entre abril e junho de 2025, segundo o Imazon.
Pesquisa revela que apenas 7% das ações judiciais sobre grilagem de terras na Amazônia resultam em punição, com um terço dos casos prescrevendo por demora.
O Amazonas foi responsável por 28% do desmatamento na Amazônia em junho de 2025, destacando-se como o estado com maior devastação, especialmente em assentamentos e terras indígenas.