Índice de desocupação recua para 5,4% e atinge nível recorde desde o início da série histórica em 2012; rendimento médio do trabalhador também alcança patamar inédito.
Pesquisa aponta que jornada invisível de cuidados consome cerca de mil horas anuais a mais para mulheres do que para homens; especialistas defendem mudança cultural e políticas de compensação.
Exportações brasileiras cresceram 6,2% apesar das taxas impostas pelo governo Trump; diversificação de mercados garantiu expansão da economia no último ano.
Reajuste de mensalidades escolares no início do ano letivo representa o maior impacto individual na prévia da inflação oficial, que acumula 4,10% em 12 meses.
Dados do Censo 2022 do IBGE mostram Afuá na liderança da mobilidade cicloviária no Norte, enquanto Nova União é a única de Rondônia no top 20, evidenciando desigualdades regionais.
Queda no valor da conta de luz compensa o aumento no preço da gasolina, permitindo que o índice oficial permaneça no limite de tolerância do governo federal.
A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,6% em 2025, impulsionada pelo aumento da renda média e dos gastos essenciais, superando o impacto restritivo dos juros altos.
Brasil encerra o ano de 2025 com recorde de trabalhadores com carteira assinada e aumento na renda média mensal, segundo dados da Pnad Contínua divulgados pelo IBGE.
A queda no custo da energia elétrica e das passagens aéreas ajudou a frear o índice; no acumulado de 12 meses, o IPCA-15 atinge o limite máximo da meta de 4,5%.
O volume de comercialização cresceu 1% em novembro na comparação com o mês anterior, impulsionado pelos setores de informática e produtos farmacêuticos, segundo o IBGE.