A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,6% em 2025, impulsionada pelo aumento da renda média e dos gastos essenciais, superando o impacto restritivo dos juros altos.
Brasil encerra o ano de 2025 com recorde de trabalhadores com carteira assinada e aumento na renda média mensal, segundo dados da Pnad Contínua divulgados pelo IBGE.
A queda no custo da energia elétrica e das passagens aéreas ajudou a frear o índice; no acumulado de 12 meses, o IPCA-15 atinge o limite máximo da meta de 4,5%.
O volume de comercialização cresceu 1% em novembro na comparação com o mês anterior, impulsionado pelos setores de informática e produtos farmacêuticos, segundo o IBGE.
Inflação oficial subiu 0,33% em dezembro, puxada por transportes e saúde, e encerrou o ano dentro do limite estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional.
Roraima ocupa o 1º lugar no ranking nacional, seguido pelo Amazonas em 2º e Amapá em 5º; Acre, Pará e Tocantins também aparecem entre os destaques, enquanto Rondônia registra avanço mais moderado na 18ª posição.
Levantamento do IBGE aponta que trabalhadores de fundações e associações receberam, em média, 2,8 salários mínimos em 2023, superando o setor empresarial.
O setor de serviços cresce 0,3% em outubro, impulsionado principalmente pelos transportes (aéreo e rodoviário de cargas) e tecnologia da informação, alcançando um nível 20,1% superior ao patamar pré-pandemia.
O setor cultural emprega 5,9 milhões de pessoas no Brasil, atingindo o maior valor da série histórica do IBGE e representando 5,8% do total de ocupados, com destaque para a maior escolaridade, mas também maior informalidade na área.
Comércio varejista avança 0,5% na comparação mensal, impulsionado por eletrônicos e queda do dólar, sendo o melhor resultado consecutivo desde março de 2025, segundo dados do IBGE.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulou 4,18% em 12 meses até novembro de 2025, indicando que o salário mínimo de 2026 pode ser reajustado para R$ 1.621.