O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, volta a pressionar Pequim com a ameaça de tarifas pesadas, mas indica que pode visitar a China em 2026 para retomar o diálogo.
Presidente dos EUA considera retaliar a China por “ato economicamente hostil” relacionado à não compra de soja americana, intensificando a guerra comercial entre os dois países.
O Brasil se consolida como o principal fornecedor do grão ao país asiático, aproveitando a queda drástica das importações norte-americanas impulsionada pela guerra comercial.
Novas taxas a partir de 1º de agosto visam os maiores parceiros comerciais dos EUA; Europa promete contramedidas proporcionais
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