Voto do ministro Cristiano Zanin consolida placar de 3 a 0 na Primeira Turma; tribunal reafirma que unidade prisional militar oferece suporte médico necessário ao ex-presidente.
Ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votam contra pedido de prisão domiciliar; defesa alega questões de saúde, mas relator afirma que unidade prisional oferece suporte médico adequado.
Primeira Turma julga recursos do Núcleo 3, formado por “kids pretos” e um policial federal; penas chegam a 24 anos por crimes contra o Estado Democrático.
Tribunal Distrital Central de Seul considerou o líder conservador culpado por insurreição e tentativa de golpe de Estado após impor ilegalmente a lei marcial.
O ministro do STF rejeitou o pedido da defesa para levar o caso ao plenário, mantendo a pena de 27 anos de prisão em regime fechado para o ex-presidente.
O ministro do STF permitiu que Mário Fernandes, mentor de plano golpista, realize atividades intelectuais no Comando Militar do Planalto como parte de sua ressocialização.
O projeto de lei que altera o cálculo das punições para atos antidemocráticos segue para sanção presidencial após receber 48 votos favoráveis nesta quarta-feira.
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada um texto que prevê a redução de penas para atos golpistas, alterando a progressão de regime e a contagem de crimes. A medida pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, e seus aliados.
O deputado federal e ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, foragido nos EUA, apresentou novo recurso no STF contra a pena de 16 anos de prisão imposta por envolvimento na trama golpista.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, declarou o trânsito em julgado da condenação do tenente-coronel Mauro Cid e determinou que ele comece a cumprir a pena de dois anos em regime aberto.
As defesas do ex-presidente e dos outros sete réus têm até o início da próxima semana para apresentar embargos de declaração; pena só será executada após o trânsito em julgado.
O coronel Michael Randrianirina assumiu o poder dias após protestos, liderados pela Geração Z, forçarem a saída do ex-líder Andry Rajoelina, que condenou a tomada de poder.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal reservou quatro dias em outubro para a ação contra sete investigados por disseminação de desinformação sobre as eleições de 2022.