Especialista aponta que dispersão de mísseis, apoio de satélites chineses e controle do Estreito de Ormuz frustraram plano inicial dos EUA de derrubar regime em poucos dias.
Guarda Revolucionária cumpre promessa de retaliação após ofensiva de EUA e Israel; Washington nega bloqueio da rota por onde passa 20% do petróleo mundial.
Bloqueio no Estreito de Ormuz eleva cotação do barril Brent em 7,6%; investidores buscam refúgio na moeda americana diante da instabilidade no Golfo Pérsico.
Ataque ao Irã pode provocar alta do petróleo e pressionar economia global, avaliam especialistas; risco maior está no Estreito de Ormuz e no impacto sobre negociações nucleares.
Enquanto Rússia e Espanha condenam o ataque unilateral, Japão e Austrália priorizam a segurança de seus cidadãos e o apoio à contenção nuclear do regime.
Bloqueio ao fornecimento de petróleo afeta tratamentos de câncer, serviços de emergência e cirurgias; governo cubano alerta para ameaça à segurança humana.
Em despedida da Índia, presidente afirma que países em desenvolvimento precisam de parcerias estratégicas para superar a dependência tecnológica e negociar com superpotências.
O primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen afirmou que a agressividade da Rússia exige proteção reforçada, mantendo limites nas negociações de controle com os Estados Unidos.
Donald Trump anunciou uma sobretaxa de 10% sobre produtos de oito nações europeias, condicionando o fim da medida à entrega do território ártico aos Estados Unidos.
A escalada do poder hegemônico, a erosão das liberdades e a instrumentalização da diplomacia aprofundam desigualdades, fragilizam Estados e empurram nações em desenvolvimento para cenários de cinzas, miséria e dependência.
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