Pesquisa do IBGE sobre o Cadastro Central de Empresas revela que a desigualdade salarial diminuiu em relação a 2022, mas a remuneração média masculina ainda era R$ 544,26 superior à feminina.
Um relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2025, do Dieese, aponta avanços em diversas áreas no país, como a queda na desocupação e nas emissões de carbono, mas destaca a manutenção de disparidades raciais, de gênero e regionais.
Estudo da Acnur, UNFPA e ONU Mulheres revela disparidades de gênero na inserção laboral e acesso a serviços para migrantes venezuelanos.
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