Ministro do Supremo Tribunal Federal barra revalidação de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares alegando incompatibilidade com a responsabilidade fiscal.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vota por 4 a 0 para condenar Filipe Martins, Silvinei Vasques e outros três do Núcleo 2 da trama golpista; julgamento continua para definir as penas.
O ministro do STF permitiu buscas no apartamento do deputado federal (MDB-PA) no âmbito da Operação Igapó, que investiga um esquema de desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro no Pará envolvendo R$ 48 milhões.
Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, é o alvo de mandados autorizados pelo ministro Flávio Dino; investigações apontam que ela orquestrava a liberação de R$ 4 bilhões em emendas sem transparência.
Decisão do STF exige que emendas coletivas para pagamento de pessoal na saúde sigam regras de transparência de emendas individuais, incluindo a publicação de nome e CPF no Portal da Transparência.
Ministro do Supremo Tribunal Federal determinou investigação de desvios em emendas individuais para 20 municípios após relatório da CGU apontar quadro generalizado de ilegalidades.
O ministro Flávio Dino, do STF, acatou pedido do PSOL e proibiu a liberação de cerca de R$ 80 milhões em emendas parlamentares para os deputados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, que estão nos Estados Unidos.
O ministro do STF proferiu o segundo voto para condenar ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal por omissão nos atos golpistas de 8 de janeiro.
O ministro do STF deu cinco dias para o Legislativo e Executivo se manifestarem sobre as irregularidades no Dnocs, onde a PF apura desvio de R$ 22 milhões por emendas.
A decisão do STF reconhece o direito das comunidades aos lucros da usina e ordena a Liberação de R$ 19 Milhões Belo Monte Indígenas para incrementar o Bolsa Família.
Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram pela manutenção da prisão preventiva do ex-presidente, que foi detido após tentar violar a tornozeleira eletrônica. A ministra Cármen Lúcia tem até as 20h para concluir o julgamento virtual.
O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa a manutenção da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está detido na Polícia Federal em Brasília desde o último sábado (22). O julgamento, realizado em painel virtual na Primeira Turma, começou às 8h desta segunda-feira (24).
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou placar de 4 a 0 para condenar oito militares do Exército e um policial federal, acusados de planejar ações táticas. O colegiado também absolveu o general Estevam Theophilo por falta de provas.
Liminar do ministro Flávio Dino paralisa ações judiciais e administrativas, incluindo as do Cade, que questionam a constitucionalidade e a legalidade do acordo que impede a comercialização de soja proveniente de áreas desmatadas na Amazônia após 2008.
Ministro Flávio Dino classificou a Operação Contenção como “circunstância terrível e trágica” e defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve garantir que operações policiais no Rio não se tornem ilegalidades.
Ministro do STF foi o primeiro a divergir e o placar está em 4 a 1 para manter as regras da reforma da Previdência de 2019 sobre a aposentadoria por invalidez.