O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS) que discuta a redução da jornada de trabalho. Em reunião em Brasília, ele defendeu o fim da escala 6 por 1 e a adoção de medidas mais duras contra o feminicídio.
O presidente da Corte, Edson Fachin, manifestou preocupação com os “estarrecedores” casos recentes, citando o feminicídio da professora Catarina Karsten e renovando o compromisso do Judiciário com a defesa feminina.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou-se em Ipojuca (PE) sobre os casos recentes de feminicídio e pediu um “movimento nacional dos homens” para mudar a cultura de violência de gênero.
Mirian C., 45 anos, suspeita de assassinar Gelilton S. em Cuiabá (MT), gravou um vídeo ao deixar a delegacia e pediu que mulheres agredidas tomem providências antes que a violência chegue a um ponto extremo.
Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, informou que o benefício de um salário mínimo é uma “reparação mínima do Estado” para órfãos e dependentes menores de 18 anos.
Maciel S. foi julgado pelo Tribunal do Júri e sentenciado por homicídio quadruplamente qualificado e feminicídio, majorado por ter cometido o crime na presença do filho do casal.
Ana Paula Gomes da Silva, de 33 anos, foi encontrada inconsciente com uma corda enrolada no pescoço. O marido da vítima foi autuado em flagrante pela Polícia Civil.
Edvânia Vieira da Silva, de 44 anos, foi achada fardada em sua casa na Paraíba. Pichações no muro com as expressões “X9” e “CV” são investigadas pela polícia como tentativa de simular uma execução.
Denise Tizo Oliveira, de 27 anos e grávida de oito meses, foi encontrada morta em sua residência. O companheiro, Vinícius Franco de Freitas, de 29 anos, tirou a própria vida no local.
Oziel Francisco C., 31 anos, matou a ex-esposa e o companheiro dela e se apresentou; o duplo homicídio em Ji-Paraná foi motivado por disputa pela filha.