Queda nas vendas aos Estados Unidos chega a 25,5% e reflete impacto prolongado de tarifas, enquanto comércio com a China cresce e garante superávit ao Brasil.
Ministério do Desenvolvimento estima saldo positivo entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões em 2026, impulsionado por exportações maiores e corrente de comércio recorde.
Mauro Vieira reiterou que a cúpula em Foz do Iguaçu é a última oportunidade para a assinatura do tratado, caso contrário o Brasil focará em novos parceiros.
O governo brasileiro acompanha com cautela a reforma que estabelece tarifas de até 50% sobre importações de países sem livre-comércio, embora o setor automotivo deva ser pouco afetado; a preocupação com a reforma tarifária do México é sobre a segurança jurídica e a integração produtiva.