A vítima realizou a transferência bancária para garantir a compra de um veículo Fiat Strada, mas descobriu a fraude ao chegar ao local combinado para a entrega.
Entidade reforça orientação à população e à advocacia sobre fraudes praticadas por criminosos que se passam por advogados para extorquir vítimas por meio de mensagens e ligações.
Vítima acreditou estar cancelando transferências suspeitas via WhatsApp, mas acabou confirmando seis transações financeiras para contas de estelionatários.
Prisão preventiva foi cumprida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) contra investigado que causou prejuízo de mais de R$ 1 milhão com golpes no Ceará.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios acolheu recurso do MPDFT e tornou o jogador do Flamengo e mais oito pessoas rés por estelionato, após envolvimento em fraude com casas de aposta.
Estelionatário fez contato via WhatsApp, enviando comprovantes falsos de um suposto pagamento de ação judicial, e a vítima teve o saldo bancário zerado.
Duas moradoras de Corumbiara foram vítimas de um golpe de estelionato após criminosos se passarem por advogados e um suposto servidor do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para simular a liberação de um valor em uma ação judicial; as vítimas realizaram transferências via PIX que somaram mais de R$ 5 mil.
Ação da Polícia Civil em Rondônia, batizada de Operação Tractor, cumpriu mandados em Rolim de Moura e Cacoal para desarticular o grupo criminoso que usava cheques falsos na fraude em máquinas agrícolas.
Vítima de 37 anos fez pagamento via Pix por uma bicicleta elétrica anunciada pela metade do preço em redes sociais, descobrindo o estelionato após a transação. O golpe é investigado.
Criminoso usou o nome de um profissional e se passou por servidor do STJ para aplicar o golpe do falso advogado; estelionatário foi desmascarado pela redação.
Homem transferiu R$ 6.500 por embarcação anunciada no Facebook e, ao ser enganado, apontou a arma para o motoboy que entregava o item, levando-o como “garantia”.
Vítima foi enganada duas vezes pelos criminosos, que a convenceram a fazer múltiplas transferências via PIX sob o pretexto de liberar uma indenização judicial e, depois, para garantir a devolução do dinheiro perdido.