Pesquisa aponta que 73% da população é favorável à mudança, mas o apoio cai drasticamente caso a medida implique em diminuição nos rendimentos mensais.
Para o senador Paulo Paim, debate ganha força após o governo federal incluir o tema como prioridade para 2026 e sinalizar envio de proposta com urgência.
Segundo o líder do PT na Câmara, proposta deve chegar ao Congresso após o carnaval com pedido de urgência, enquanto partido também declara apoio a CPIs sobre o Banco Master.
Ministra Gleisi Hoffmann afirma que a mudança na escala de trabalho é prioridade e o texto pode ser unificado para garantir a aprovação ainda no primeiro semestre.
O ministro Guilherme Boulos afirmou que o governo federal trabalha pela redução da jornada de trabalho para garantir mais tempo de lazer e descanso às famílias.
Em entrevista nesta quarta-feira, o ministro defendeu a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e criticou o patamar atual da taxa de juros.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, evoluindo para 36 horas, e o fim da exaustiva escala 6×1.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou da II Conferência Nacional do Trabalho em São Paulo, onde citou a necessidade de debater o fim da escala 6 por 1 e a garantia de condições financeiras decentes para que os sindicatos possam atuar.
O relatório que propõe a redução gradual da jornada de trabalho semanal de 44h para 40h foi adiado na Câmara, enquanto o governo mantém a defesa pelo fim da escala de 6 dias de trabalho por 1 de descanso.
Presidente recebe votos simbólicos de movimentos sociais, destacando a importância da mobilização para aumentar a isenção do Imposto de Renda e reduzir a jornada de trabalho.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se manifestou contra a tentativa de parlamentares de atrelar a votação do projeto de isenção do Imposto de Renda à da anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirma sua crítica à escala de seis dias de trabalho por um de folga, propondo um debate nacional para encontrar modelos mais flexíveis que atendam às necessidades dos trabalhadores brasileiros.