Levantamento com base no Censo 2022 aponta prevalência de autismo em pessoas acima de 60 anos e indica que diagnóstico tardio costuma trazer alívio e autocompreensão.
Professores e especialistas consultados destacam que o tema da prova, “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, é atual e impulsiona o debate sobre violação de direitos, etarismo e políticas de cuidado.