Prévia da FGV mostra que economia alcançou R$ 12,6 trilhões, mas perdeu fôlego no fim do ano devido aos juros elevados e ao impacto das tarifas americanas.
O advogado Matías Cremonte afirma que as mudanças na Argentina aumentam o poder dos empregadores e comprometem a sustentabilidade da previdência social.
Pesquisa aponta que 73% da população é favorável à mudança, mas o apoio cai drasticamente caso a medida implique em diminuição nos rendimentos mensais.
O setor industrial completa mais de um ano em patamar de pessimismo, influenciado pela manutenção da taxa Selic em 15% e pelo encarecimento do crédito.