O presidente reuniu sua equipe ministerial na Granja do Torto para realizar o balanço de 2025 e definir estratégias de narrativa para o próximo ano eleitoral.
O Monitor do PIB da FGV aponta o segundo mês consecutivo de queda na atividade econômica, impulsionado pelo patamar elevado da taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, freando o consumo e investimentos.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a economia brasileira deve desacelerar para 1,8% em 2026, com juros altos (Selic em 12% ao ano) e o enfraquecimento da demanda interna atuando como freios para o crescimento após alta de 2,5% em 2025.
Número registrado entre janeiro e novembro supera em 19% o total de 2024, impulsionado pelo setor de serviços e refletindo a confiança dos empreendedores no cenário econômico.
Projeção para o crescimento da economia brasileira subiu no Boletim Focus, enquanto a estimativa para o IPCA foi reduzida pela quarta semana consecutiva, ficando dentro do limite da meta do Banco Central.
O índice Ibovespa da B3 encerrou a quinta-feira com alta de 1,67%, impulsionado pelo otimismo em relação à economia brasileira, e o dólar fechou em leve queda, sendo vendido a R$ 5,31.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país expandiu 0,1% entre julho e setembro, atingindo R$ 3,2 trilhões, com alta acumulada de 2,7% em quatro trimestres, conforme dados divulgados pelo IBGE.
Mesmo com agro e indústria no azul, crescimento de apenas 0,1% no terceiro trimestre denuncia perda de fôlego do consumo, frustração do mercado e pressão sobre o Banco Central
Evento no Rio de Janeiro reúne economistas para debater os progressos e desafios da economia brasileira a partir de 1985, com foco na estabilização e inclusão.
Conselho de Administração da Petrobras aprova por unanimidade o Plano de Negócios 2026-2030, que prevê US$ 109 bilhões em Investimento Petrobras e representa 5% dos investimentos totais no Brasil.
Nova lei que amplia a isenção do IR reforça justiça social, aumenta a renda de trabalhadores e é celebrada por Cláudia de Jesus como avanço do governo Lula
O Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, em comparação com o trimestre anterior. O avanço acumulado em 12 meses é de 2,5%.
Dados revisados do Sistema de Contas Nacionais atestam que o PIB brasileiro atingiu R$ 10,9 trilhões, com destaque para a alta de 16,3% registrada pelo setor da Agropecuária.
Alimentos e bebidas registraram deflação de -0,26% em setembro, segundo o IBGE; queda nos preços de itens como tomate, cebola e batata puxam o resultado.