Tesouro Nacional atinge volume histórico com títulos de dez anos em operação que reflete a confiança de investidores estrangeiros na economia brasileira.
Ministro da Fazenda sugere criação de novo “guarda-chuva” assistencial inspirado no Bolsa Família; proposta técnica ainda não foi apresentada ao presidente Lula.
Mais de 49 milhões de pessoas ainda possuem valores a receber no sistema financeiro; Banco Central alerta para golpes e reforça que serviço é gratuito.
Queda no valor da conta de luz compensa o aumento no preço da gasolina, permitindo que o índice oficial permaneça no limite de tolerância do governo federal.
Estimativas do boletim Focus indicam inflação dentro da meta do Banco Central e crescimento econômico moderado, com PIB projetado em 1,8% nos próximos anos.
Queda nas vendas aos Estados Unidos chega a 25,5% e reflete impacto prolongado de tarifas, enquanto comércio com a China cresce e garante superávit ao Brasil.
Confederação Nacional da Indústria aponta crescimento de apenas 0,1% no setor, com queda da atividade no segundo semestre e impacto de juros altos sobre produção e crédito.
Aportes de fundos, bancos e seguradoras cresceram na B3, com destaque para energia, setor bancário e mineração, refletindo expansão do mercado financeiro brasileiro.
Plano anunciado por Geraldo Alckmin eleva recursos do regime especial para R$ 3 bilhões e busca conter fechamento de fábricas, preservar empregos e ampliar a competitividade do setor.
O presidente afirmou que o país superou previsões negativas, alcançando a menor taxa de desemprego da história e retirando o Brasil do Mapa da Fome pela segunda vez.
A segunda etapa de pagamentos beneficia mais de 822 mil trabalhadores demitidos nos últimos cinco anos que possuíam saldos retidos devido à modalidade saque-aniversário.
A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,6% em 2025, impulsionada pelo aumento da renda média e dos gastos essenciais, superando o impacto restritivo dos juros altos.