Moeda americana avançou 1,03% nesta sexta-feira, enquanto o Ibovespa caiu 0,97%; apesar do ajuste, janeiro terminou com forte queda do dólar e o melhor mês da bolsa desde 2020.
A bolsa de valores brasileira alcançou a terceira máxima consecutiva nesta quinta-feira impulsionada pela entrada de capital estrangeiro e pelo recuo do dólar.
O Ibovespa registrou a maior alta diária desde 2023 impulsionado pelo recuo de Donald Trump em tarifas globais e pelo forte ingresso de capital estrangeiro no país.
O índice Ibovespa alcançou marca histórica nesta terça-feira impulsionado pela migração de capital estrangeiro, enquanto o dólar subiu para 5,38 reais devido ao agravamento da crise entre Estados Unidos e Europa.
Após dados mostrarem criação de apenas 50 mil empregos em dezembro nos EUA, dólar recua e bolsa brasileira fecha acima de 163 mil pontos, impulsionada por fatores internos e externos.
Mercado financeiro reage positivamente à redução de tensões geopolíticas com a Venezuela; dólar registra quarta queda seguida e Ibovespa alcança maior nível em mais de um mês.
Na primeira sessão após o Natal, o dólar encerrou em leve alta de 0,16%, cotado a R$ 5,544, refletindo a cautela do mercado com a disputa presidencial de 2026.
Em dia de recuperação no mercado financeiro, a bolsa sobe 0,99% e reverte queda da semana anterior, fechando aos 160.766 pontos; o dólar avança para R$ 5,41, mas encerra a semana em queda.
A moeda americana teve queda de 1,17% e o dólar cai para R$ 5,40, impulsionado pela manutenção da Taxa Selic em 15% pelo Copom e pela diferença de juros entre Brasil e Estados Unidos.
Moeda americana fecha em R$ 5,421 com queda de 0,22% em Brasília, enquanto a Bolsa de Valores (B3) registra alta de 0,52% e retoma a marca de 158 mil pontos, impactada por cenário político.
O índice Ibovespa da B3 encerrou a quinta-feira com alta de 1,67%, impulsionado pelo otimismo em relação à economia brasileira, e o dólar fechou em leve queda, sendo vendido a R$ 5,31.
O índice Ibovespa da B3 encerrou a quarta-feira (3) em alta de 0,41%, atingindo 161.755 pontos. A valorização foi impulsionada por commodities e ações de consumo, enquanto o dólar recuou para R$ 5,31.