O setor público consolidado encerrou o ano passado com saldo negativo pressionado pelo aumento de gastos obrigatórios, como Previdência e o Benefício de Prestação Continuada.
Plano Anual de Financiamento indica novo teto para o endividamento federal, com estratégia voltada para títulos atrelados à Selic em ano de juros elevados.
O avanço do endividamento foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 879,9 bilhões em juros e pela emissão de novos títulos públicos pelo Tesouro Nacional no último ano.
Governo estadual oferece R$ 124 milhões para pagamento antecipado de créditos, reduzindo burocracia e fortalecendo responsabilidade fiscal até 13 de fevereiro, beneficiando credores e economia local.
O Relatório de Projeções Fiscais aponta para um cenário de piora nas contas públicas, com a dívida podendo atingir 83,6% do PIB em 2026, exigindo novos impostos para cumprir as metas.
O setor público consolidado – União, estados, municípios e estatais – registrou um déficit primário de R$ 17,255 bilhões no mês passado, mas o resultado é inferior ao negativo de agosto de 2024.
Medida promulgada no Congresso ajuda União, estados e municípios a quitar precatórios, retirando-os do limite de despesas primárias e refinanciando dívidas.
Proposta de Emenda à Constituição é aprovada em segundo turno e muda a forma como o governo federal, estados e municípios pagam suas dívidas judiciais.