Levantamento da Sociedade Brasileira de Dermatologia mostra que diagnósticos saltaram de 4 mil para 72 mil, com maior incidência nos estados do Sul e Sudeste.
Condição atinge principalmente mulheres entre 25 e 45 anos, tem causas multifatoriais e requer tratamento individualizado para evitar manchas e cicatrizes.
Especialistas em dermatologia, como o médico Cauê Cedar, defendem que a formação médica e o mercado de produtos se adaptem às necessidades da pele negra, que possui características únicas.