Entre rios, tapirís e batelões, um retrato poético da vida ribeirinha na Amazônia Sul-Ocidental, onde tradição, trabalho e esperança se entrelaçam às margens do rio Abunã, na véspera de Natal.
No silêncio místico do rio Mamu, o velho da canoa surge como guardião dos sonhos ribeirinhos, conduzindo desejos e preservando a pureza da floresta brasiviana.
A floresta do rio Mamu, na fronteira Brasil–Bolívia, revela um universo mítico em que a espiritualidade ribeirinha se entrelaça com a grandeza cosmogônica da natureza.