Entre trilhas fechadas pela mata e a luz tímida da poronga, o seringueiro repete um ritual antigo, extraindo gota a gota o látex da seringueira que garante sustento, dignidade e resistência na floresta.
Entre o silêncio da mata, a poesia do rio e a força da ancestralidade, o lar ribeirinho resiste como abrigo sagrado de paz, memória, pertencimento e profunda conexão com a natureza amazônica.
Em meio à pressão da religiosidade ocidental e à perda de seus valores originários, os povos indígenas seguem resistindo para preservar suas crenças, memórias, espiritualidade ancestral e identidade cultural na Amazônia.
A seringueira, símbolo vivo da Pan Amazônia, marcou a história pela extração do látex e pelo sustento de milhares de famílias, transformando-se em um dos pilares culturais, econômicos e territoriais da região.
A partir da quarta-feira, 12, a festa ganha vida com apresentações culturais que abrem o evento, antecedendo o aguardado confronto especial entre os bois-bumbás no domingo, 16.
A obra Barranco Alto retrata a inspiradora saga de Américo Casara, o navegador ítalo-brasileiro que uniu ciência, arte e coragem, deixando um legado histórico e cultural nas margens do rio Guaporé.
A ação da Escola Livre de Arte e Cultura Diversidade Amazônica levou arte urbana, inclusão e valorização cultural a Vilhena e à Comunidade Quilombola de Santa Cruz.
Com foco em Inteligência Artificial (IA) e gestão moderna, o 2º Encontro da AROM, em novembro, debaterá como a inovação transforma a administração pública de Rondônia.
As obras no Bumbódromo de Guajará-Mirim, executadas pelo Governo de Rondônia, garantem mais segurança e conforto para o tradicional Festival Duelo na Fronteira.