Candidatos negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência têm até a próxima segunda-feira para contestar os resultados preliminares da autodeclaração.
O Concurso Público Nacional Unificado (CNU) tem 46,06% dos classificados para a prova discursiva concorrendo por meio de cotas, totalizando 19.577 candidatos que disputam as vagas reservadas a ações afirmativas no certame.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou os editais de convocação para as próximas etapas da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). Os documentos, que incluem informações sobre a prova discursiva, avaliação de títulos e cotas, foram divulgados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
Ação civil pública do Ministério Público Federal foi ajuizada por fracionamento de vagas, o que prejudicou a reserva para candidatos negros e com deficiência.
A Fundação Getúlio Vargas, banca organizadora do Concurso Nacional Unificado, publicou a homologação das inscrições de autodeclarados negros, indígenas, quilombolas e PCDs, além de pedidos de atendimento especial.
A segunda edição do CNU 2025 teve mais de 250 mil inscrições em cotas para pessoas negras, indígenas, quilombolas e com deficiência, aplicando a nova Lei de Cotas.
A nova lei, sancionada nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, garante 30% das vagas de membros titulares para mulheres, incluindo reserva para mulheres negras ou com deficiência, nos conselhos de administração de estatais.