Indígenas e movimentos sociais lideram a Caravana da Resposta, que irá de Mato Grosso a Belém para expor os impactos de megaprojetos na Amazônia e no Cerrado.
A diretora-executiva da COP30, Ana Toni, defendeu que o Brasil não precisa se defender sobre a exploração na Margem Equatorial por ser uma decisão soberana.
O presidente destacou em Jacarta o potencial de cooperação em minerais críticos e bioenergia. Lula adiantou que o Brasil defenderá o aumento de quatro vezes no uso de combustíveis sustentáveis na COP30.
Em evento no Rio de Janeiro, debatedores destacam a exclusão de populações vulneráveis, como os 8,1% de brasileiros que vivem em favelas, das discussões sobre o clima, essenciais para a COP30 em Belém.
Pesquisadores e ONGs criticam a autorização do Ibama para a Petrobras perfurar na Foz do Amazonas, alertando que a exploração de petróleo agrava a crise climática e prejudica a imagem do Brasil na COP30.
Documento com seis eixos prioritários para o sucesso da conferência em Belém é entregue à presidência brasileira, reforçando a necessidade de recuperar a confiança na ação climática global.
O “Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis” visa somar esforços para multiplicar por quatro a produção e o uso dessas fontes de energia até 2035.
Presidente do CNS afirma que populações que vivem da agricultura familiar sofrem mais com a crise climática e defende que “justiça territorial” é essencial para a justiça climática.
André Corrêa do Lago, presidente designado da COP30, avalia que evento preparatório em Brasília permitiu mapear os limites e pontos de entendimento entre os 67 países participantes.
Proposta brasileira busca código de conduta eficaz e prioridade global para o combate a incêndios florestais, após o país registrar 35 milhões de hectares atingidos pelo fogo em 2024.
Economista José Alexandre Scheinkman, da Universidade de Columbia, defende que o multilateralismo é o espaço ideal para buscar soluções para o financiamento climático global.
Ministra do Meio Ambiente participou da Pré-COP em Brasília e argumentou que a transferência de recursos é crucial para acelerar a transição energética e complementar as metas climáticas.
A Agenda de Ação brasileira cobrou um balanço de 722 projetos lançados desde a COP21, em Paris, e mudou a estratégia para conectar as ações da sociedade civil diretamente às metas do Acordo de Paris.
Pré-COP, evento preparatório para a COP30, ocorre em Brasília e tem como prioridade brasileira a mobilização de US$ 280 bilhões para florestas e ampliação de recursos para países em desenvolvimento.
Trilha Amazônia Atlântica terá 460 quilômetros, atravessando sete unidades de conservação e seis territórios quilombolas para promover lazer e conservação ambiental.
Estudo do CPI/PUC-Rio propõe o Mecanismo de Reversão de Desmatamento, que cria incentivos financeiros para a recuperação de áreas degradadas, transformando florestas em ativos climáticos.
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