O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará a Maputo em 24 de novembro, após a cúpula do G20, para reforçar a cooperação em áreas como saúde, agricultura e educação. Em 2024, o intercâmbio comercial entre os países somou US$ 40,5 milhões.
Parceria reforça integração regional e avanço da transformação digital no comércio exterior. É estimada uma redução no tempo de emissão de 48 horas para apenas 2 horas.
Cobrança de alíquotas extras é estendida por cinco anos para proteger produtores brasileiros da prática de dumping em itens como escovas, cadeados e etanolaminas.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirma que não houve “impacto macro” das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, mas reconhece que o tarifaço norte-americano afeta famílias brasileiras.
Howard Lutnick, Secretário de Comércio dos EUA, incluiu o Brasil em uma lista de países que precisam “agir corretamente” e “abrir seus mercados” para terem acesso ao mercado americano, apesar dos recentes sinais de distensão entre Lula e Trump.
O vice-presidente Geraldo Alckmin saudou a reunião entre os presidentes do Brasil e EUA, mas ressaltou as limitações da OMC em arbitrar o comércio internacional.
Decisão da Camex diminui tarifas para itens não produzidos no Brasil, como baterias e conectores, visando aumentar a competitividade da indústria nacional.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que as parcerias com novos mercados e políticas públicas ajudaram a amenizar os efeitos do tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos.
Estudo do Conselho Empresarial Brasil-China aponta que a expansão de empregos formais na parceria com o país asiático superou a de outros parceiros importantes.
A Amcham Brasil revelou que as exportações de produtos brasileiros sobretaxados pelos EUA caíram 22,4% em agosto, enquanto as de itens sem tarifa diminuíram 7,1%.
EUA aplicaram taxa de 50% sobre exportações brasileiras; governo federal e setor privado se mobilizam com ações de apoio a empresas e negociações diplomáticas.