A Operação Carbono Oculto, que investiga um esquema do Primeiro Comando da Capital, revela que a organização criminosa utilizou fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro, movimentando R$ 52 bilhões e fraudando mais de 2,5 mil postos de combustíveis em São Paulo.
Ataques recentes em postos de gasolina revelaram a adulteração de combustíveis com metanol. A substância, mesmo em pouca quantidade, é corrosiva, tóxica e pode danificar permanentemente o motor de veículos.
Durante a operação, os agentes localizaram e apreenderam uma espingarda, um revólver, a quantia em dinheiro subtraída no crime e o veículo utilizado na fuga, uma caminhonete Strada de cor branca.
Além da apreensão do combustível, também foi recolhido um veículo empregado na atividade criminosa
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