A ministra de Relações Institucionais do Brasil, Gleisi Hoffmann, classificou como “revoltante” o assédio sofrido pela presidente do México, reforçando a luta contra o machismo e a misoginia.
A presidente mexicana Claudia Sheinbaum sofreu assédio sexual em uma caminhada pelo centro histórico, sendo abordada e tocada por um homem que foi detido pela segurança federal.
Claudia Sheinbaum afirmou que uma ação militar unilateral dos Estados Unidos dentro do México para combater cartéis não será permitida, apesar de planos americanos.
Em meio a ameaças de tarifas por parte de Donald Trump, a presidente mexicana Claudia Sheinbaum defendeu as ações de seu governo contra o fentanil e cobrou dos Estados Unidos maior empenho no combate ao tráfico de armas e de drogas em seu próprio território.