Khalil Al-Hayya diz ter recebido garantias dos EUA e mediadores; acordo prevê cessar-fogo permanente, retirada de Israel, libertação de reféns e prisioneiros palestinos.
Presidente dos EUA espera cerimônia de assinatura do acordo no Egito; Hamas afirma ter garantias de fim permanente da guerra e libertação de 20 reféns vivos.
O coordenador humanitário Tom Fletcher confirma a mobilização após o anúncio do acordo de cessar-fogo e libertação de reféns entre Israel e Hamas, mediado por Donald Trump.
Enquanto Israel mantém os ataques por ar, mar e terra, conversações de cessar-fogo com o Hamas seguem no Egito sob a mediação internacional, mas há ceticismo sobre os detalhes.
Tanques de Israel se aproximam da Cidade de Gaza horas antes do encontro entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente Donald Trump, que apresentará um plano de 21 pontos para o cessar-fogo.
Um ataque contra o Hamas em Doha, no Catar, levou o primeiro-ministro catari a acusar Benjamin Netanyahu de acabar com a esperança de libertar reféns e a reavaliar a mediação.
Grupo palestino demonstra flexibilidade para acordo de trégua de 60 dias no Catar, apesar da “intransigência” de Israel, enquanto Netanyahu se mostra confiante.
Em Doha, mediadores discutem um possível cessar-fogo em Gaza, e embora Israel e Hamas mantenham divergências, autoridades israelenses sinalizam que um acordo é possível, mas não em poucos dias.
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