A iniciativa mobiliza 28 cientistas e 16 laboratórios nos EUA, Canadá e Alemanha, resultando em apenas quatro anos em dois novos tratamentos experimentais aprovados que prometem curar o câncer raro com menos toxicidade.
Primeiro caso brasileiro de carcinoma espinocelular associado a implantes de silicone foi registrado no Hospital de Amor, em Barretos (SP)
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