Visita de Estado de Cyril Ramaphosa busca fortalecer investimentos em turismo e energia; fluxo comercial entre as nações atingiu US$ 2,3 bilhões em 2025.
Brasil deve adotar postura cautelosa diante de ataques dos EUA ao Irã, parceiro do Brics; governo defende negociação e evita romper com Washington em meio a tratativas comerciais.
Antes de seguir para a Coreia do Sul, presidente destaca avanço do comércio exterior, reforça papel do BRICS e defende reforma na Organização das Nações Unidas.
Em despedida da Índia, presidente afirma que países em desenvolvimento precisam de parcerias estratégicas para superar a dependência tecnológica e negociar com superpotências.
Em visita à Índia, o presidente brasileiro defendeu que o controle da tecnologia não deve pertencer a grandes plataformas, mas sim servir ao desenvolvimento social.
O evento inédito, sediado no Rio, busca integrar movimentos sociais ao Brics para debater a cooperação econômica e reduzir a dependência do dólar entre países emergentes.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o uso de moedas locais nas transações comerciais entre os dois países, citando a eficácia do Pix brasileiro e do Qris indonésio.
Institutos nacionais de saúde de países do Brics se reúnem no Rio de Janeiro para propor novas ações conjuntas em saúde, buscando enfrentar desafios e fortalecer a preparação para futuras emergências.
A moeda própria do Brics é defendida pelo presidente Lula como uma forma de unificar os interesses dos países do Sul global e promover o multilateralismo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não vai se humilhar ligando para o presidente dos EUA e debaterá a sobretaxa com o grupo de nações em desenvolvimento.
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