Prefeitura atualiza receitas para medicamentos controlados em Porto Velho, seguindo norma da Anvisa e garantindo mais agilidade a profissionais e pacientes.
Nova norma desburocratiza acesso a medicamentos e permite que médicos e hospitais providenciem os talões amarelos, mantendo a exigência de numeração oficial.
Deputados declaram medicamentos para emagrecimento como de interesse público; medida visa facilitar o acesso, enquanto Anvisa alerta para riscos do uso indevido.
As instituições assinaram um acordo para intensificar a fiscalização e combater o comércio ilegal de vapes, garantindo o cumprimento da proibição nacional.
O novo pacote regulatório publicado nesta terça-feira (3) estabelece as normas para o plantio em solo brasileiro, detalha exigências para pesquisa científica e inaugura um modelo de “sandbox” para testar o fornecimento por entidades de pacientes.
A diretoria da agência discute normas de produção e fiscalização em Brasília para atender decisão judicial que autoriza o plantio para fins farmacológicos no país.
A agência determinou o recolhimento dos produtos por riscos à saúde após testes reprovarem o teor de iodo no sal e identificarem plástico no pó decorativo para festas.
Agência reguladora barrou comercialização de produtos por origem desconhecida, falta de iodo e irregularidades em conservantes após fiscalização nacional.
A agência suspendeu a comercialização do lote após erro na rotulagem que omitia a presença de glúten, representando risco para consumidores com restrições alimentares.
A medida atinge produtos à base de tirzepatida e retatrutida comercializados irregularmente, conhecidos como canetas do Paraguai, devido à falta de garantias sobre segurança e qualidade.