A importância da vacinação reflete-se na vida e na história dos brasileiros. Há décadas, o Brasil, por meio do Ministério da Saúde (MS), figura entre as nações onde as vacinas são tratadas com responsabilidade. No entanto, durante o governo Bolsonaro, diversas pesquisas constataram uma drástica queda na cobertura vacinal devido à desinformação disseminada pelo então governante.
A Covid-19 revelou um país vulnerável, com o vírus infectando e levando à morte pouco mais de 700 mil pessoas. Na época, além da ameaça do vírus, o Brasil foi impactado por notícias falsas sobre a procedência das vacinas desenvolvidas, o que levou muitas pessoas a ignorarem os imunizantes, mesmo diante do risco de morte, devido ao desestímulo do presidente — justamente a figura que tinha a obrigação de zelar pela população.
Atualmente, com a informação sendo corrigida, as vacinas no Brasil são amplamente disponibilizadas, e a vacinação tornou-se uma escolha individual. No entanto, essa decisão pode gerar impactos quando se vive em sociedade. Na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), por exemplo, a apresentação do comprovante de vacinação contra a Covid-19 é exigida para aqueles que desejam ingressar na instituição.
Diante do recente aumento de casos de Covid-19 em Porto Velho (RO), um problema que se arrasta desde o final do ano passado, a UNIR decidiu disponibilizar um posto de vacinação voluntária dentro do campus. Nos dias 25 e 26, os alunos poderão completar as doses das seguintes vacinas: febre amarela, hepatite B, antitetânica (DT), tríplice viral, gripe e Covid-19.
A vacinação acontece em parceria entre a UNIR e a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) de Porto Velho. Os discentes devem estar atentos aos horários. No dia 25, a vacinação ocorrerá no auditório da Biblioteca Central Prof. Roberto Duarte Pires, das 15h às 18h30. Já no dia 26, a imunização será realizada no período da manhã, das 8h30 às 11h30. Para se vacinar, é necessário apresentar o cartão do SUS e um documento de identificação com foto (RG).