SEXTA-FEIRA, 13/03/2026

Em destaque

L

Saúde

Covid-19: 'Teremos o março mais triste de nossas vidas', prevê pneumologista da FioCruz

Em vários municípios brasileiros, leitos de enfermaria e UTI estão lotados de pacientes com covid-19. Não há mais vagas e os doentes não param de chegar.

Publicado em 

De acordo com dados das secretarias estaduais de saúde, 17 estados têm ocupação em hospitais acima de 80%, um nível considerado crítico.

Outros oitos estados têm taxas que superam os 90% — no Rio Grande do Sul, por exemplo, o número chegou a 100%.

Onde ficarão essas pessoas que precisam de atendimento? E como poderemos conter essa avalanche de novos casos que põe em xeque o sistema de saúde e poderia afetar até mesmo a estabilidade social do país? O que fazer para se proteger num momento tão crítico?

Esses são alguns dos temas que preocupam a pneumologista Margareth Dalcolmo, professora e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), no Rio de Janeiro.

Em entrevista à BBC News Brasil, a médica, que se tornou uma das vozes mais ativas e influentes da ciência brasileira durante a pandemia, analisa como chegamos até esse estágio da pandemia e o que pode ser feito a partir de agora para aliviar a crise sanitária.

Leia os principais trechos a seguir.

BBC News Brasil – Nos últimos dias, acompanhamos notícias de diversas cidades com lotação em hospitais e colapso dos sistemas de saúde. Como classifica o atual estágio da pandemia de covid-19 no Brasil?

Margareth Dalcolmo – Nós estamos num momento muito grave da pandemia no Brasil, com um recrudescimento já materializado daquilo que consideramos uma segunda onda. Isso não nos surpreende, uma vez que as medidas de controle sanitário não foram só controversas, mas também ineficientes por um longo tempo. Nós sabemos também que a única solução possível para controlar a pandemia será a vacinação, e a campanha está apenas no início, numa velocidade muito aquém do desejável.

Para completar, não temos observado um comportamento de solidariedade, não só de todos os cidadãos, mas também de nossas autoridades políticas. Não vemos aumentar uma consciência cívica do que é preciso fazer neste momento, apesar do cansaço de um ano de pandemia. Seria necessário todos nós mantermos comportamentos individuais e coletivos de muito cuidado, com uso de máscara e distanciamento social. Já manifestei de que precisamos de medidas mais drásticas, com o fechamento de muitos serviços, para diminuir a circulação de pessoas e reduzir a transmissão viral.

A nossa grande preocupação hoje está no fato de que a transmissão viral é o grande mecanismo propiciador do aparecimento de novas variantes. E, considerando que já estamos enfrentando as primeiras mutações, precisamos responder a isso com estudos, com vigilância genômica. Precisamos entender se as vacinas utilizadas agora são capazes de nos proteger contra essas variantes. E, sobretudo, precisamos colaborar enquanto sociedade para não criar um cenário que propicie o aparecimento de novas versões do coronavírus.

BBC News Brasil – Desde novembro de 2020, acompanhamos uma série de eventos que provocaram grandes aglomerações. Foi o caso das eleições municipais, das festas do final de ano, do Enem e agora do Carnaval. Algum desses episódios foi decisivo para chegarmos a crise de agora? Ou foi uma conjunção de fatores?

Dalcolmo – Foi realmente essa conjunção de fatores provocada por uma falta de entendimento do discurso dos cientistas, dos médicos e dos pesquisadores, que sempre estimularam uma consciência cívica coletiva, de solidariedade. A covid-19 mudou de lugar no Brasil e começou a entrar em nossas casas. Nós vemos agora pessoas que ficaram um ano em isolamento pegando a doença. Como isso é possível? Os jovens daquela família estão indo para as ruas e trazendo o vírus de volta.

As festas de final de ano foram trágicas. Eu mesma me manifestei diversas vezes dizendo que o Brasil teria o mais triste janeiro de sua história. E realmente tivemos, inclusive com o aparecimento da variante brasileira, identificada na família que viajou ao Japão vinda do Amazonas.

E agora eu não tenho dúvida de que teremos o mais triste março de nossas vidas. Isso é resultado do Carnaval e do descompasso entre o que nós, cientistas, dizemos, e o que as autoridades afirmam. Nos últimos dias, ouvimos que não é pra usar máscaras. Não há dúvidas, está demonstrado que a máscara é uma barreira mecânica que protege quem usa e todo mundo ao redor.

Todos esses fatores, somados ao cansaço de uma pandemia tão longa, geram um comportamento que tem se mostrado desastroso. O que vemos agora então é uma pressão enorme sobre o sistema de saúde, que sofre com uma taxa de ocupação de leitos acima de qualquer nível desejado em hospitais públicos e privados.

Junto a isso, há outro fator muito grave: a covid-19 se rejuvenesce no Brasil. Hoje vemos muitos jovens internados, que desenvolvem casos graves. Esses indivíduos têm uma força de transmissão enorme, porque eles se aglomeram, cantam, falam alto e repetem todos aqueles comportamentos que sabemos serem decisivos para transmitir uma doença viral respiratória.

BBC News Brasil – Na primeira onda, Manaus foi a primeira cidade brasileira a sofrer com a pandemia, em meados de abril de 2020. O mesmo se repetiu agora: a capital amazonense "antecipou" algo que veríamos ocorrer dali a algumas semanas em vários outros lugares. O que faz Manaus ser essa espécie de "medidor" da pandemia do país?

Dalcolmo – Eu não diria que Manaus é um medidor. A situação do Amazonas e de toda região Norte é muito particular. Manaus é uma cidade afastada, de difícil acesso, e teve um pico epidêmico precoce, muito antes do Sul e do Sudeste. Aqui, nós vimos o auge da primeira onda no final de junho, começo de julho. Manaus sofreu isso em abril. É preciso pensar que ali é Zona Franca, com um fluxo enorme de pessoas.

O que aconteceu foi que a covid-19 chegou, atingiu uma grande proporção da população de baixa renda e causou aquela tragédia de túmulos em cemitérios sendo abertos a toque de caixa. Mas era natural que essa imunidade conferida pela doença não fosse muito duradoura. O Amazonas nunca tomou medidas drásticas de fechar escolas, comércio ou fazer lockdowns.

Portanto, esperava-se que toda essa situação eclodisse, ainda mais com o surgimento de uma nova variante, que logo se expandiu para todo o Brasil. Manaus tem um fluxo de voos que diminuiu, mas continua acontecendo até hoje. Logo, não é de se estranhar que a variante brasileira esteja no Reino Unido e a variante britância se encontre no Brasil.

Diante de tudo isso, Manaus se tornou um paradigma de tudo aquilo que nós desejaríamos que não acontecesse.

A situação por lá foi agravada pela desídia administrativa. Não é possível que uma cidade como Manaus tenha um único fornecedor de oxigênio, sabendo que a logística de entrega é muito complexa. Se a mesma crise se abatesse sobre o Rio de Janeiro, onde a letalidade e a taxa de transmissão da covid-19 está alta, dificilmente teríamos problema igual, porque aqui nós não dependemos de um fornecedor de oxigênio só, temos quatro ou cinco.

Por fim, a pandemia em Manaus revela a absoluta e intolerável desigualdade social do Brasil. Porque quem morre no Amazonas é pobre e indígena. A classe média alta foi embora se tratar nos hospitais do Sudeste. A quantidade de jatos privados que foram alugados por 150 mil reais em Manaus para trazer pacientes para o Rio de Janeiro e São Paulo é enorme e isso está registrado.

A covid-19 é um marco em lugares como o Brasil e os Estados Unidos. Em Nova York, 40% dos óbitos pela doença aconteceram com pretos e pobres. A mesma coisa se repete aqui. Nós podemos dar inúmeros exemplos das medidas sanitárias necessárias para conter a crise, mas todas elas precisam ser coerentes e ter ligação com a questão social do país e das nossas desigualdades.

BBC News Brasil – Esse colapso poderia ser evitado com medidas que restringissem a circulação de pessoas e as aglomerações. Mas agora que essa oportunidade já passou, tem alguma coisa que podemos fazer para aliviar a situação?

Dalcolmo – Eu acredito que sim. A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, da qual sou presidente eleita, publicou um documento assinado por outras 70 sociedades médicas que contesta esse discurso contra as máscaras que ouvimos recentemente. Nosso manifesto mostra como esses equipamentos são ferramentas de proteção individual e coletiva.

Esse discurso contraditório entre a ciência e a política tem causado muitos males à sociedade brasileira. Só pra dar um exemplo, hoje de manhã eu estava num voo para voltar ao Rio de Janeiro, após resolver questões familiares, e sentei ao lado de dois jovens, que eram irmãos. Eles entraram no avião e tiraram as máscaras. Eu imediatamente chamei a comissária e disse, ainda antes da decolagem: se eles não colocarem a máscara adequadamente, nós chamaremos o comandante, não haverá decolagem e os dois serão retirados imediatamente. Eu fui aplaudida pelo resto dos passageiros.

Não estou falando aqui de dois jovens pobres. Eles estavam viajando de avião, ora. E, quando já estávamos decolando, de novo os dois resolveram abaixar a máscara. Ah, aí eu fiquei zangada. Conversei de novo com a comissária e disse que, se ela não tomasse providências, eu mesma iria conversar com o comandante. No meio disso tudo, algumas pessoas me reconheceram, tinham me visto na televisão, gritaram para eles colocarem as máscaras.

Eu percebo então que existe um sentimento, ao menos naqueles indivíduos que têm um pouquinho mais de consciência, de que um comportamento como o desses dois irmãos é execrável e faz mal para o coletivo.

Quantas vezes nós falamos que aglomerações não poderiam acontecer? Eu entendo que as pessoas estejam cansadas. Mas nós também estamos. Estamos cansados sobretudo de ter que contar mortos todos os dias. Chega disso. Eu quero que a sociedade, o governo, as autoridades e todos nós passemos a nos comportar de maneira mais civilizada.

BBC News Brasil – Ainda no campo das medidas restritivas, governadores e prefeitos têm anunciado toques de restrição e fechamento de comércios à noite e durante a madrugada. Estratégias como essa fazem algum sentido?

Dalcolmo – Na forma como elas estão sendo propostas, não vão resolver nada. Por que fazer o fechamento e impedir a circulação entre meia noite e cinco da manhã? Nesse horário já não há gente na rua. E quem foi festejar, se aglomerar, beber e fazer tudo de errado, já fez. Essa é uma medida pouco eficaz.

Estou totalmente de acordo com o professor Miguel Nicolelis, que em entrevistas recentes disse que o Brasil precisaria de um lockdown de duas semanas bastante rígido para interceptar as cadeias de transmissão do coronavírus.

O Brasil nunca fez um lockdown adequado. Nunca conseguimos alcançar a taxa de 60% da população em casa, que seria um número desejável. Quem mais chegou perto disso foi São Paulo, com 58% de distanciamento social por momentos muito breves. Aqui no Rio de Janeiro não conseguimos.

E agora há esse descompasso entre o que a ciência diz e o cansaço generalizado de uma pandemia longa, com a economia tão machucada. Mas as pessoas precisam entender que não tem jeito. Se não tomarmos cuidado por algum tempo e não começarmos uma vacinação em massa, a situação só vai piorar.

Precisamos vacinar 70% de nossa população até o meio do ano. Não é pra setembro. É para junho. Caso contrário, vamos propiciar as condições para o aparecimento de outras variantes. Também precisamos de um investimento pesado em vigilância genômica, para que possamos ter certeza que as vacinas produzidas pelos dois institutos públicos brasileiros, o Butantan e a FioCruz, são realmente efetivas contra as novas variantes.

BBC News Brasil – Falando em vacinação, o Brasil tem um sistema público muito bem estabelecido e uma capacidade histórica de imunizar 80 milhões de pessoas em poucos meses. Mas quando analisamos a campanha contra a covid-19, o ritmo está muito lento. Quais são os gargalos que não permitem a gente acelerar esse processo?

Dalcolmo – O primeiro deles é óbvio: não tem vacina. Se nós tivéssemos as milhões de doses que precisamos, bastava ter agilidade. E o nosso velho, tradicional e competente Programa Nacional de Imunizações tem uma enorme experiência em vacinar, quando é somado com essa capilaridade espetacular do Sistema Único de Saúde, o SUS. Seríamos capazes sim.

Mas a pandemia de covid-19 nos colocou numa situação nova, e isso pode indicar um novo tipo de voluntariado de qualidade ao nosso país. O que estamos vivendo agora é uma possível parceria com setores privados. Eu estive em São Paulo para conversar com a empresária Luiza Trajano para discutir esse assunto.

Que fique claro: eu sou completamente contrária à compra de vacinas pela iniciativa privada e já me manifestei sobre isso inúmeras vezes. Permitir isso no Brasil é indecente e imoral.

O que precisamos é ter uma vacina comprada pelo Governo Federal, que pode contar com a ajuda de empresas e empresários em questões como logística e transporte. Imagina uma prefeitura pequena, que não tem uma capacidade de organização grande. A iniciativa privada pode prover avião, barco, caminhão refrigerado, geladeira, freezer…

O que nós precisamos agora é ter muita vacina e uma capacidade logística enorme para imunizar muita gente em pouco tempo. Só a partir daí vamos fazer a economia voltar a funcionar com um pouco mais de liberdade. Isso também permitirá que as escolas reabram em sua capacidade total. E, inclusive, eu defendo que os trabalhadores da área de educação sejam vacinados com prioridade após protegermos os idosos e os profissionais da saúde.

BBC News Brasil – Nós já temos duas vacinas em uso no país, a CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) e a CoviShield (AstraZeneca/Universidade de Oxford/FioCruz). Além delas, vemos conversas sobre os imunizantes de Pfizer/BioNTech, Johnson & Johnson, a Sputnik V… É hora de diversificar nosso portfólio?

Dalcolmo – Nós estamos atrasados nisso. Poderíamos ter negociado com Pfizer e Johnson & Johnson desde que eles iniciaram os estudos de fase 3 aqui no Brasil, no segundo semestre de 2020. A Sputnik V parece ser boa, mas ainda carece de registro na Anvisa, que é nossa agência reguladora.

Mas quando alguém me pergunta qual vacina eu tomaria, eu sempre respondo: qualquer uma, desde que tenha registro na Anvisa. O que eu nunca tomaria é uma vacina que não passou por esse crivo de grande qualidade técnica que temos em nosso país.

A verdade é que nós perdemos um tempo precioso e já podíamos ter a vacina da Pfizer por aqui. Hoje estamos implorando para negociar alguns poucos milhões que estão disponíveis.

Vale lembrar que não tem vacina para todo mundo. Se pensarmos que dez países já compraram 75% da produção mundial de vacina deste ano, isso de novo nos revela a enorme desigualdade em que vivemos. Só o Canadá garantiu cinco doses para cada habitante. E isso não é bom nem ruim, não estou julgando. Pelo menos eles farão uma coisa correta, que é doar o excedente para os países que não tem condições por meio do mecanismo da Covax Facility.

BBC News Brasil – Diante de todo o cenário que a senhora descreveu e analisou, quais são as mais importantes recomendações que todos nós devemos seguir pelas próximas semanas?

Dalcolmo – As pessoas têm que entender que tudo isso já era esperado, por mais que não desejássemos que acontecesse. Quantas vezes eu disse coisas nessa pandemia e gostaria de estar errada… Parece que estamos numa crônica de morte anunciada, como aquelas escritas por Gabriel García Márquez em seus livros.

Mais uma vez, faço um apelo para que todo mundo entenda que estamos num momento muito grave, muito mais sério do que o primeiro pico. Esse número de mortes é absolutamente intolerável.

O que temos de fazer é proteger a nós mesmos, nossas famílias, nossos colegas de trabalho. Sei que estamos cansados da pandemia. Mas elas são assim mesmo e levam tempo.

Essa é a primeira pandemia de uma geração mais jovem, mas nós já vivemos outras no passado. Quando enfrentamos a H1N1 em 2009, por exemplo, estávamos mais preparados. O Brasil tinha 70 milhões de doses de vacina compradas, estocadas, com seringa, agulha, tudo. Não é o que está acontecendo agora…

É hora de todos colaborarem, fazerem sua parte e terem consciência cívica. Não adianta ser anárquico e desafiar uma ordem biológica que não é favorável a nós. Ou nos comportamos agora ou colaboraremos com a piora dessas estatísticas terríveis, que mais parecem filmes de terror.

Publicidade
NEWSTV
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
NEWSTV

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

Março Azul: Rondônia intensifica prevenção contra o câncer de intestino

Março Azul: Rondônia intensifica prevenção contra o câncer de intestino

Campanha Março Azul orienta população sobre diagnóstico precoce do câncer colorretal e a importância de exames na rede pública estadual
L
Saúde dos rins: Porto Velho recebe ações de prevenção e diagnóstico precoce

Saúde dos rins: Porto Velho recebe ações de prevenção e diagnóstico precoce

Pit Stop da Saúde no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro oferece exames e orientações para marcar o Dia Mundial do Rim
L
Prefeito Léo Moraes reforça saúde com novos profissionais

Prefeito Léo Moraes reforça saúde com novos profissionais

Mais de 100 profissionais aprovados em processo seletivo passam a integrar a rede municipal de saúde de Porto Velho, ampliando o atendimento e fortalecendo o cuidado com a população.
L
Lula inaugura novo setor de trauma em hospital no Rio

Lula inaugura novo setor de trauma em hospital no Rio

Presidente participa da entrega do novo setor de trauma do Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, ampliando a capacidade de atendimento do SUS.
L
deusilene-dallacqua-fiocruz-rondonia-pesquisa-hdv

Cientista de Rondônia ganha destaque internacional com pesquisa sobre vírus da hepatite Delta

Pesquisadora da Fiocruz Rondônia, Deusilene Souza Vieira Dall’Acqua integra estudo publicado no Virology Journal que investiga estabilidade do vírus da hepatite Delta para melhorar diagnósticos na Amazônia.
L
Publicidade

DESTAQUES NEWS

Falaê Podcast : Wevi Silva e Samuel Silva falam sobre fé, música e juventude cristã

Outro convidado do programa é Samuel Silva, jovem de apenas 17 anos que também cresceu em um lar cristão e tem dedicado sua vida ao ministério.
L
Pesquisa revela que 82% dos brasileiros até 40 anos apoiam o fim da escala 6x1

Pesquisa revela que 82% dos brasileiros até 40 anos apoiam o fim da escala 6×1

Levantamento da Nexus aponta que o desejo pela mudança é majoritário entre jovens; na média geral da população, aprovação atinge 63%.
L

Agenda News: Haianne Ventura apresenta a Casa Rosa Beleza & Bem-estar

Empreendedora Haianne Ventura participa do Agenda News para falar sobre a Casa Rosa, espaço dedicado ao cuidado feminino e à valorização da autoestima em Porto Velho.
L

Agenda News: Fim de semana de rock e St. Patrick’s Day no Grego Pub

E já na próxima semana, o humorista Danilo Gentili sobe ao palco com seu stand-up no Grego Original Pub em Porto Velho.
L
Procuradora da República em Rondônia recebe apoio jurídico após críticas à sua aparência nas redes

Procuradora da República em Rondônia recebe apoio jurídico após críticas à sua aparência nas redes

Nas redes sociais, alguns usuários fizeram críticas ao estilo da procuradora, mencionando tatuagens visíveis, cabelo colorido e vestimenta considerada mais informal, o que provocou debates sobre padrões de aparência em cargos públicos.
L
Publicidade

EMPREGOS E CONCURSOS

Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Assessor em Economia tem resultado definido em processo seletivo da ARDPV

Seleção da Agência Reguladora de Porto Velho visa o fortalecimento técnico para a regulação e o desenvolvimento dos serviços municipais.
L
CNU: Candidatos têm até as 23h59 de hoje para confirmar interesse em vagas imediatas

CNU: Candidatos têm até as 23h59 de hoje para confirmar interesse em vagas imediatas

Aproximadamente 102 convocados devem realizar o procedimento no site da FGV para seguir no certame; ausência de manifestação resulta em eliminação.
L
Brasil registra menor taxa de desemprego da história em janeiro

Brasil registra menor taxa de desemprego da história em janeiro

Índice de desocupação recua para 5,4% e atinge nível recorde desde o início da série histórica em 2012; rendimento médio do trabalhador também alcança patamar inédito.
L
Governo prorroga validade do CNU; aprovados podem ser convocados até 2027

Governo prorroga validade do CNU; aprovados podem ser convocados até 2027

Decisão publicada no Diário Oficial estende o prazo do “Enem dos Concursos” por mais 12 meses, garantindo fôlego para novas nomeações.
L
Concurso UNIR: inscrições para 47 vagas encerram hoje

Concurso UNIR: inscrições para 47 vagas encerram hoje

Concurso UNIR oferece 47 vagas para professor efetivo em diferentes áreas e campi de Rondônia; seleção prevê provas escrita, didática e análise de títulos.
L
Publicidade

POLÍTICA

Cleitinho Transforma Senado em Happy Hour Anti-STF: Whisky na Mão e Impeachment na Boca!

“Enquanto o povo conta moedas, ministros brindam com Macallan de luxo – hora de abrir o bar e fechar as contas!”
L
Eyder Brasil destina mais de R$ 3,1 milhões para fortalecer atendimento oftalmológico em Ji-Paraná

Eyder Brasil destina mais de R$ 3,1 milhões para fortalecer atendimento oftalmológico em Ji-Paraná

Emenda parlamentar amplia estrutura da Santa Casa e beneficia moradores dos municípios da região central de Rondônia.
L
CPMI do INSS convoca cunhado de Vorcaro e ex-namorada para depor sobre fraudes

CPMI do INSS convoca cunhado de Vorcaro e ex-namorada para depor sobre fraudes

Colegiado quer investigar elo entre Banco Master e descontos indevidos em aposentadorias; convocação de Laila Pereira é remarcada pela terceira vez.
L
Itamaraty vê "ingerência indevida" em visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Itamaraty vê “ingerência indevida” em visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Ministro Mauro Vieira alerta STF que encontro de funcionário dos EUA com ex-presidente preso pode interferir em assuntos internos em ano eleitoral.
L
PGR pede condenação de Alexandre Ramagem por crimes do 8 de Janeiro

PGR pede condenação de Alexandre Ramagem por crimes do 8 de Janeiro

Ações voltaram a tramitar após cassação de mandato; ex-diretor da Abin e ex-deputado federal permanece foragido nos Estados Unidos.
L
Publicidade

POLÍCIA

Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão em investigação de crimes contra vulneráveis

Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão em investigação de crimes contra vulneráveis

Operação da DEPCA ocorreu no distrito de São Carlos, em Porto Velho; dispositivos eletrônicos foram apreendidos para perícia.
14
Homem é encontrado embaixo de escombros em residência no centro

Homem é encontrado embaixo de escombros em residência no centro

As primeiras informações dão conta que testemunhas contaram ter visto a casa ser demolida, em seguida, a vítima acabou ficando embaixo dos escombros.
16
PRF em Rondônia apreende cerca de 6 kg de cocaína na BR-364

PRF em Rondônia apreende cerca de 6 kg de cocaína na BR-364

Entorpecente estava oculto em cadeiras de madeira.
10
Polícia Civil prende apenado com motocicleta roubada na zona Leste de Porto Velho

Polícia Civil prende apenado com motocicleta roubada na zona Leste de Porto Velho

Suspeito foi localizado no bairro Ulisses Guimarães; veículo era utilizado para a prática de assaltos na região.
12
Mulher é presa em flagrante ao tentar entrar com drogas em presídio de Porto Velho

Mulher é presa em flagrante ao tentar entrar com drogas em presídio de Porto Velho

Entorpecentes foram detectados pelo scanner corporal durante revista para visita ao filho na Penitenciária 603.
14
Publicidade

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Recebimento da Autorização Ambiental: CBAA – ASFALTOS LTDA

Autorização Ambiental Nº 013.000005/2026-35/COLMAM/SEDAM
L

Recebimento da Licença Ambiental (LI): CBAA – ASFALTOS LTDA

Licença Instalação Nº 007.000027/2026-35/COLMAM/SEDAM
L
“Contos da Floresta com Vô Titão” será lançado nesta sexta-feira em Porto Velho

“Contos da Floresta com Vô Titão” será lançado nesta sexta-feira em Porto Velho

A obra tem cerca de 10 minutos de duração e apresenta o carismático personagem Vô Titão, interpretado pelo contador de histórias Rosivaldo Colares, que conduz o público por narrativas tradicionais da cultura brasileira.
L
Ministério Público denuncia mais dez policiais por abusos na Operação Contenção

Ministério Público denuncia mais dez policiais por abusos na Operação Contenção

Agentes do Batalhão de Ações com Cães (BAC) são acusados de invadir domicílios e obstruir câmeras corporais durante a incursão mais letal da história do Rio.
L
Visita da diplomacia italiana fortalece laços comerciais e culturais em Porto Velho

Visita da diplomacia italiana fortalece laços comerciais e culturais em Porto Velho

A comitiva foi liderada pelo embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, acompanhado do cônsul-geral da Itália em São Paulo, Domenico Fornara, além de Alfredo Pretto, da Câmara de Comércio Italiana, e do vice-cônsul italiano em Porto Velho, Cláudio Guastella.
L
ONU/UNOPS prorroga prazo de edital para impermeabilização e pintura de armazém da Conab em Ponta Grossa

Conab entrega 98 equipamentos agrícolas para fortalecer agricultura indígena em Mato Grosso

Ação beneficia povos Bakairi e Xavante com kits de mecanização e mini colheitadeiras; evento também marca doação de alimentos para Cozinhas Solidárias.
L
Campanha Conab e UNOPS/ONU destaca histórias de mulheres que sustentam a cadeia alimentar no Brasil

Conab divulga nesta sexta-feira levantamento da Safra de Grãos 2025/2026

Apresentação ao vivo trará dados atualizados sobre produção e produtividade em meio a expectativas de novo recorde histórico para o campo brasileiro.
L
Já está em vigor o novo fluxo de trânsito nas avenidas Marechal Rondon e Brasil

Já está em vigor o novo fluxo de trânsito nas avenidas Marechal Rondon e Brasil

A alteração tem como objetivo ampliar a segurança no trânsito, melhorar a organização viária e proporcionar mais fluidez à circulação de veículos na região central da cidade.
L