Em entrevista à Agência Rondônia, na Rádio Rio Madeira FM 105.9}, durante o programa Café na Redação}, apresentado pelo jornalista Valdery Diogenes Júnior}, o pré-candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa, fez uma declaração que sintetiza o tom de sua pré-campanha:
“Meu país é Rondônia. Precisamos elevar a autoestima do nosso povo e governar para todos sem distinção, priorizando os rondonienses mais simples e humildes.”
Discurso de identidade e pertencimento
Ao afirmar que seu “país é Rondônia”, Samuel Costa buscou reforçar uma agenda centrada na valorização regional. Segundo ele, o estado precisa superar complexos históricos e investir em políticas públicas que fortaleçam a identidade rondoniense, gerem oportunidades e combatam desigualdades.
O pré-candidato destacou que governar exige compromisso com toda a população, mas com atenção especial aos que mais precisam. “Não se trata de excluir, mas de priorizar quem sempre ficou por último”, pontuou durante a entrevista.
Prioridade aos mais simples
Na conversa, Samuel defendeu políticas voltadas à população de baixa renda, com foco em educação, geração de emprego e fortalecimento da economia local. Ele afirmou que Rondônia tem potencial produtivo e humano suficiente para crescer com justiça social.
A fala sinaliza uma linha programática que combina desenvolvimento econômico com inclusão, buscando dialogar tanto com setores produtivos quanto com trabalhadores e comunidades periféricas.
Governar sem distinção
Outro ponto enfatizado foi a defesa de um governo “sem distinção”, que dialogue com diferentes segmentos políticos e sociais. Samuel Costa afirmou que o Estado deve estar a serviço de todos os rondonienses, independentemente de posicionamento ideológico.
A entrevista no “Café na Redação” marca mais um movimento de articulação pública do pré-candidato, que vem ampliando sua presença nos meios de comunicação e reforçando um discurso de pertencimento, valorização regional e compromisso social.
Com a pré-campanha em curso, a declaração “Meu país é Rondônia” tende a se consolidar como um dos lemas centrais de sua narrativa política rumo ao Palácio Rio Madeira, em Porto Velho.









































