A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Contra a Vida (DERCV) de Vilhena, esclareceu nesta segunda-feira (16) o paradeiro de Taíssa Mota de Oliveira. A jovem, que estava desaparecida desde o dia 9 de março, foi localizada com vida em outro estado da federação. O caso havia gerado grande mobilização e apreensão na cidade, uma vez que as evidências iniciais apontavam para a possibilidade de um crime violento.
O desaparecimento passou a ser tratado com prioridade máxima após a residência de Taíssa ter sido encontrada aberta, com câmeras de segurança desligadas e vestígios de sangue espalhados entre a sala e o banheiro. Diante desse cenário, a principal linha de investigação trabalhada pelos agentes foi a de feminicídio. Durante o período de buscas, a polícia chegou a utilizar drones e realizar varreduras em áreas de vegetação densa próximas ao imóvel da jovem na tentativa de localizar um possível corpo.
Entretanto, o aprofundamento das diligências investigativas permitiu à Polícia Civil confirmar que Taíssa não foi vítima de homicídio. Segundo a corporação, ela se afastou voluntariamente de Vilhena e já se encontra estabelecida fora de Rondônia. Embora o mistério sobre a sua segurança tenha sido resolvido, as razões específicas que motivaram a fuga e a origem das manchas de sangue encontradas na casa ainda não foram detalhadas publicamente pela polícia.
Até o momento, sabe-se apenas que a jovem manifestou o desejo de não manter mais contato com seus familiares. A Polícia Civil ressaltou que todas as medidas extremas tomadas durante a investigação foram justificadas pela gravidade dos indícios encontrados na cena, agindo com cautela para garantir a preservação da vida. Com a confirmação de que Taíssa está em segurança, o inquérito foca agora em finalizar os detalhes sobre as circunstâncias que levaram ao abandono do imóvel naquela noite.






































