Dois homens, com idades entre 23 e 25 anos, foram presos na tarde deste sábado após uma perseguição policial no bairro Lagoa, em Porto Velho (RO). Eles são apontados pela Polícia Militar como autores de atentados a tiros contra provedores de internet registrados na capital.
A ação foi realizada por uma guarnição do Setor 13 da Polícia Militar durante patrulhamento de rotina. Segundo a PM, os policiais avistaram os suspeitos em uma motocicleta trafegando em alta velocidade pela Rua Piratininga, no sentido da BR-364, o que motivou a tentativa de abordagem.

Ainda conforme a ocorrência, foi iniciado acompanhamento tático com acionamento de sirene e giroflex, além de ordem legal de parada, que não foi obedecida. Durante a fuga, a dupla acabou caindo da motocicleta por conta própria e foi imediatamente abordada.
Com o passageiro, os policiais encontraram um revólver calibre .38 carregado e um aparelho celular. Já com o condutor da motocicleta, outro celular foi apreendido. A moto utilizada, uma Honda Titan 150 de cor preta, possuía restrição de roubo.
Um dos suspeitos apresentava arranhões na mão direita em decorrência da queda, enquanto o outro relatou dores na região abdominal. Ambos receberam atendimento e foram mantidos sob custódia.
Enquanto a ocorrência ainda estava em andamento, o Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) informou que dois homens em uma motocicleta preta haviam acabado de efetuar diversos disparos de arma de fogo contra uma provedora de internet localizada na Avenida Guaporé, no bairro Lagoinha.
As imagens do sistema de videomonitoramento confirmaram que os autores utilizavam a mesma motocicleta e vestiam roupas idênticas às dos suspeitos presos. Os disparos atingiram a janela de vidro e a parede do estabelecimento.
A Polícia Militar também informou que a dupla é apontada como responsável por outros atentados semelhantes ocorridos no dia 6 de fevereiro deste ano, contra provedores de internet e uma loja de antenas no bairro Tiradentes.
Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão, tiveram seus direitos constitucionais informados e foram encaminhados à Central de Flagrantes. O uso de algemas foi necessário para garantir a segurança da guarnição e evitar tentativa de fuga.









































