Uma mulher identificada como Bárbara R. d. S., foi presa em flagrante na última quarta-feira (3) de dezembro. Ela tentava entrar em uma unidade prisional portando substância análoga a entorpecentes.
O flagrante ocorreu por volta das 11h30. A visitante, com carteirinha de número 3114, passou pelo procedimento de entrada no scanner corporal (body scan). O equipamento, detectou um corpo estranho na região da pelve da mulher.

Diante da detecção, Bárbara foi levada à direção da unidade para ser questionada. Inicialmente, ela negou portar qualquer objeto ilícito. A imagem do scanner corporal, no entanto, demonstrava a presença do item.
A autoridade competente da unidade prisional determinou que a visitante fosse conduzida a um hospital para um procedimento médico. Neste momento, ao saber que seria levada, a mulher confessou. Ela informou que estava com um objeto introduzido na vagina.
A visitante foi conduzida ao banheiro, onde retirou o objeto. Tratava-se de um grande invólucro embalado com balões pretos e fita isolante. A embalagem continha 39 invólucros, conhecidos como “biribas”, de substância escura análoga à maconha.
Ao ser questionada pelas policiais penais sobre a posse do entorpecente, a mulher optou por manter seu direito de permanecer em silêncio.
Foi dada voz de prisão em flagrante à visitante. Seus direitos constitucionais foram lidos e ela foi conduzida à delegacia para apresentação à autoridade policial competente. A ação reforça o papel da tecnologia, como o body scan, no combate à entrada de drogas em presídio.










































