A Jirau Energia recebeu, na última sexta-feira (6), um grupo de visitantes do povo indígena Amondawa, da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau. A atividade teve como objetivo aproximar a comunidade do funcionamento da usina e promover o intercâmbio de conhecimentos sobre o processo de geração de energia limpa e renovável.
A iniciativa ocorreu a partir de uma solicitação da própria comunidade indígena e integra o Programa de Apoio às Comunidades Indígenas, desenvolvido no âmbito do licenciamento ambiental federal da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) para a implantação da Usina Hidrelétrica de Jirau.

Durante a visita, os participantes conheceram estruturas importantes da usina, como a sala de controle, a galeria elétrica, a subestação isolada a gás e o vertedouro principal, permitindo uma visão mais próxima do funcionamento da geração hidrelétrica.
Participaram da atividade a coordenadora de Socioeconomia da Jirau Energia, Juliana Silva, o analista de Socioeconomia Miguel Lins e a coordenadora de campo do programa, Mayra Pascuet, da empresa Geomind, responsável pela execução do programa. O chefe da Unidade Técnica Local da TI-UEWW, Dastin Lima, da FUNAI, também esteve presente e compartilhou informações sobre o povo Amondawa e sobre o território indígena.

Segundo Dastin Lima, a visita tem papel fundamental para fortalecer a relação entre a comunidade e o empreendimento.
“Essa visita é muito importante para aproximar o povo Amondawa de um grande empreendimento que tem relação direta com seu território. Muitas vezes, a comunidade não tem a oportunidade de conhecer de perto estruturas desse porte. O encontro fortalece o diálogo e evidencia a conexão entre os povos indígenas, o meio ambiente e um empreendimento como a Jirau, que contribuem direta e indiretamente para a comunidade”, afirmou.
A coordenadora de Socioeconomia da Jirau Energia, Juliana Silva, destacou que a iniciativa reforça o relacionamento com os povos indígenas atendidos pelo programa.
“Esse momento proporciona uma aproximação entre a Jirau Energia e as comunidades indígenas atendidas pelo programa, criando oportunidades de diálogo e de compartilhamento de conhecimentos. Ao conhecerem a usina e seu funcionamento, os participantes ampliam a compreensão sobre o papel da geração hidrelétrica no contexto amazônico e sobre como ciência e tecnologia podem contribuir para o desenvolvimento sustentável”, explicou.








































