O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) autorizou, nesta sexta-feira, 27, o repasse de R$ 6,196 milhões para sete municípios que enfrentam as consequências de desastres naturais. A verba, liberada por meio da Defesa Civil Nacional, contempla cidades nos estados de Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul. O objetivo é garantir o financiamento de ações imediatas de resposta, como assistência humanitária e restabelecimento de serviços essenciais nas regiões onde o estado de emergência ou calamidade pública foi reconhecido.
Entre os municípios mineiros, Ubá e Matias Barbosa, severamente castigados pelos temporais recentes, receberão parcelas significativas para mitigar os danos. No Rio Grande do Sul, as cidades de Passa Sete, Vespasiano Corrêa e Maquiné também foram incluídas no cronograma de repasses, assim como Vera Mendes, no Piauí, e Pescador, em Minas Gerais. A liberação ocorre após a análise técnica dos planos de trabalho enviados pelas prefeituras, que detalham a magnitude dos estragos e a quantidade de pessoas desalojadas ou desabrigadas em cada localidade.
Distribuição dos repasses por município
Os valores variam conforme a demanda apresentada por cada gestão municipal e a gravidade da situação local. A cidade gaúcha de Passa Sete recebeu a maior fatia do montante, enquanto Matias Barbosa, em Minas Gerais, contou com duas portarias de liberação que somam mais de R$ 1,3 milhão.
Passa Sete (RS): R$ 3.221.700,00
Matias Barbosa (MG): R$ 1.303.067,56 (soma de duas portarias)
Ubá (MG): R$ 752.842,40
Maquiné (RS): R$ 430.000,00
Vera Mendes (PI): R$ 277.793,49
Vespasiano Corrêa (RS): R$ 122.350,00
Pescador (MG): R$ 88.697,60
Como solicitar auxílio federal
O MIDR reforça que municípios que ainda não receberam auxílio, mas possuem reconhecimento federal de situação de emergência, devem cadastrar seus pedidos pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional disponibiliza capacitação técnica para que agentes locais saibam como estruturar os planos de trabalho corretamente, acelerando a aprovação das metas e a publicação das portarias no Diário Oficial da União. O monitoramento das áreas de risco continua sendo prioridade para evitar novas tragédias durante o período chuvoso.









































